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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

E a chuva continua...

E a chuva me aprontou mais uma. Nada dessas coisas comuns de ficar molhado ou quebrar guarda-chuva. Vou contar como foi: estava de moto e me paramentei todo para encarar 60 km de aguaceiro. A chuva já castigando quando saí da Av. Angélica e resolvi colocar minha mochila com computador e tudo o mais no baú da moto. Tinha acabado de comprar a edição histórica do Conan e não queria correr risco algum. Fui pra estrada em paz: tudo devidamente abrigado e seco. Quase chegando em São Roque, ao passar uma lombada em grande estilo, escuto um estrondo e vejo o Baú me ultrapassando em um bailado fenomenal. Tive de parar, resgatar o Baú do meio da pista e vestir a mochila. O Baú eu amarrei na garupa e fui pra casa. Me lembrou de uma vez em que fomos ultrapassados pela roda dianteira esquerda do Gurgel do Júnior. Mas isto é outra história.

Foi feia a coisa...

Eu não me lembro de ter visto situação igual. Às cinco e pouco o dia virou noite. Seis e meia, depois de pouco mais de hora de chuva, resolvi sair do escritório e voltar para casa. Da Av. Paulista até a entrada da Rodovia Raposo Tavares não tinha um semáforo funcionando. Passei por dois pontos de alagamento, um em frente ao Shopping Eldorado e o outro no Tunel Da Rebouças sob a Faria Lima. Ninguém andava, somente as motos tinham alguma chance. Quando cheguei na boca da Raposo não encontrei nenhum carro. Foi incrível, pois eram sete da noite e eu pude andar de moto na Raposo vazia... Os estragos foram muitos e a cidade parou, mas eu e minha moto estávamos em casa às oito!