PINTEREST

sábado, 31 de março de 2012

então...

Era uma vez um bando de fardado que achou que se achava. Tomaram o poder, dividiram o butim, fizeram a festa. Na verdade, o desejo vinha dos idos tempos do tenentismo e o sonho crescia a cada dia. Golpe daqui, golpe dali, a velharada se encastelou até que deu o que tinha pra dar. Não vou negar, mas fizeram muita coisa bem pensada. Infras que até hoje cumprem seu papel. Ora pois, diz a massa. Não fizeram mais do que a obrigação. Veja você, deixaram até que se fundasse o PT... Mataram, roubaram e tiraram de circulação muita gente boa o que não deixa de corroborar a máxima comunista de que "não se faz omelete sem quebrar alguns ovos". Quatro livros do Gaspari dão o toque necessário. Antes disso pode-se ler algum Skidmore que mal não faz. Anita Leocádia já não recomendo. Introdução obrigatória se encontra em "O avesso da Lenda" de Eliane Brum e nos livros do Hélio Silva. Já fui advertido de que a chamada "Revolução" foi no primeiro de Abril. Ora, ora, isso seria impossível de fazer a mulecada comemorar durante 20 anos. Data nacional: dia da mentira. nem o fardado mais bêsta entrava nessa. Portanto, nada mais obvio que deslocar os heróicos feitos para 31 de março. O que eu sei é que fui pra escola com tanques nas ruas e o guarda civil da frente do meu colégio deixou de existir. Tentaram me fazer acreditar que Expo-Ex era a coisa mais legal de se visitar. Tá certo que tinha por lá umas motos e uns cães e tanques... Mas eu preferia o pão com maionese da UD. Na adolescência eu fazia era tomar tapa na orelha em cada blitz da PE que encontrava nas madrugadas da Av. Dr. Arnaldo e da Praça panamericana. Semana sim, semana não, KK levava um tapão. Ô pentelhação. Bando de vagabundo que pensa ter poder é pior que cachorro louco. Só sei que me vinguei. De 77 em diante fizemos um país. Em 85 eles largaram do osso e, finalmente, de 92 pra cá podemos votar pra Presidente. Viva a Democracia, Viva o Brasil.

PS: este post é apenas para lembrar... pois não esquecer é muito importante. Não permitir que se repita é fundamental.