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domingo, 2 de setembro de 2012

Árvore da vida

Um filme de Terrence Malick, o mesmo que fez "Cinzas do Paraíso". Cinzas sim, árvore não. Vai fazer filme chato assim na casa do chapéu. Deus me livre. Isso que dá: americano acha que pode fazer filme filosófico-existencialista-artístico e faz filme chato. Esse tipo de coisa só dá certo na Europa. Segundo a Folha de São Paulo "Malick nos oferece um ensaio sobre a vida, com imagens exuberantes...". Quando eu li isso, algo me disse para deixar a bagaça na locadora, mas como eu adoro imagens exuberantes, caí na armadilha da capa. Gastei 138 minutos vendo as tais imagens (realmente) exuberantes. Agora, o tal ensaio sobre a vida podia ter começado um pouco depois, deixando a criação do Universo e a extinção dos dinossauros para um outro dia. Mais ou menos como ir a uma palestra sobre o desenvolvimento da indústria automobilística, cuja introdução se inicia com a descoberta do fogo. Tudo bem, há "hiperlinks", mas venhamos e convenhamos... Nem Brad Pitt ou Sean Pean conseguiram salvar o lance. E tem mais: as poucas mulheres do filme vinham com roupa da cabeça aos pés e de vez em quando pode-se ver um pé feminino descalço a banhar-se no regador de jardim. Que vida é essa? Se não tem mulher, como pode ser árvore da vida? Só porquê plantaram uma árvore? Na verdade o filme discute e discursa sobre o relacionamento dos filhos com o pai... Caso sério de psicanálise.

2 comentários:

Carlos Eduardo da Maia disse...

Eis um filme que divide opiniões. Eu gostei, minha mulher destestou. Assim como Melancolia do Lars Von Trier.

TARDE disse...

obrigado pela visita amigo