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sábado, 23 de junho de 2012

m' Bora meu!

Sou de câncer, nasci no inverno e nem me venha dizer que isso não faz diferença. Aliás, quero crer que se alguém bolou esse negócio de signo, essa pessoa era do hemisfério norte. E neste caso, devo inferir que ao observar indivíduos de câncer, para atribuir características, observou pessoas que nasceram no verão. A diferença é muuuuiiiiito grande. Pessoas que nascem no verão, ou em regiões de clima constantemente quente, são diferentes de pessoas que nascem no frio ou vivem nele por todo ano. E digo mais, nasci no inverno em país tropical, portanto, muito diferente de encarar o planeta no Alaska ou em João Pessoa. Quero crer que isso altera a visão do mundo. Não nos torna melhor do que ninguém (pois isso não existe, a não ser em questões muito pontuais) mas é uma experiência deveras diferenciadora e reflete por toda a vida. Por exemplo, não há como você comemorar seu aniversário na praia ou na beira de uma piscina sem ter de encarar uma viagem (vamo-que-vamo) de milhares de quilômetros. Fica sempre aquela festa infantil de quadrilha sem quentão na memória. Isso influencia o indivíduo que, no meu caso, passa a amar tudo que é feito de milho e o "tar" do doce de abóbora. Fógos de artifício passam a ser ancestralmente divinos, como se fossem genéticamente anexados à gente. Entendeu? 

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