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sábado, 5 de maio de 2012

A semana...

A semana foi movimentada. Teve chuva, frio e calor. Tinoco morreu e a Lua vai se "amostrar" em toda a sua plenitude neste domingo da primeira final do Paulistão. Não adianta o Juca dizer que não é... Mas, na verdade, o que me frustrou mesmo foi saber que uma tiragem da Cia. das Letras é de apenas quatro mil exemplares. Trinta anos atrás, ou melhor, quarenta anos atrás, já se reclamava que uma tiragem no Brasil não passava de três mil exemplares. Como é que este mercado não cresceu? Ao mesmo tempo, a mesma Cia. das Letras, quando visa a classe "C", edita sete mil livros por tiragem. Isso vem de encontro às minhas observações subterrâneas (que só ocorrem quando ando de subway) nas quais vejo grande quantidade de leitores explícitos. Já vi até Kindle e cada vez mais tablets em ação. Parece cré com Lé, mas não é. Vou fazer uma pergunta: quando é que os editores de jornal deste país varonil vão entender que o formato da bagaça é péssimo? Ao mesmo tempo encartam "Folhinhas" e outros cadernos esportivos em formato agradável, portável e legível. Tente ler um jornal no ônibus ou no metrô. Além de ter de dobrar a página para poder ler, tem de, invariávelmente, dar cotoveladas nos vizinhos para poder ler a página seguinte. Desde que fui a Buenos Aires eu sei disso. Aliás, qualquer um que pega o caderno de esportes da FOLHA ou o tal do METRO, que distribui no semáforo, sabe disso... E ai?! Vamo melhorá?? Ou vamo ficar nessa M... de edições de apenas quatro mil exemplares, de continuar tributando papel de revista, de não saber quantos cd's são realmente vendidos, de editar Leis e decretos que "dão outras providências"? Heim??!

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