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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Ripa na chulipa

Pois é meus caros, não estou aqui para convencer ninguém e muito menos possuo a fórmula do prazer ou da felicidade. Só sei que ser feliz é fundamental. Vai daí que presto atenção nas necessidades do meu corpo, procuro alimentá-lo adequadamente e nunca deixei de fazer minha Yoga. Minha praia é a tranquilidade, o som do silêncio e, como ninguém é de ferro, um bom e velho Roquenrow. Assim mesmo: roquenrow. Nada de pedra que rola nem confusão. Muito som de qualidade e o IPhone com pelo menos 8 gigas de música a me acompanhar. O Universo segue o rumo que todos nós escolhemos. Graças a Deus, cada um é cada um e, mais uma vez, vou me socorrer do Ibrahim Sued: "Bomba, Bomba!". Eu sigo sempre em frente, só mudo para melhor e "Os cães ladram e a caravana passa"...

Afff!

É brincadeira: enquanto o MP pretende processar um dicionário por conta do que diz o verbete "cigano", um conhecido "antigo compositor baiano" precisa processar uma construtora baiana que quer ver o Divino encontrar-se com o Maravilhoso. Viro a página e o Gilberto Diemenstein acha que pode dar pitacos na eleição da OAB. O que é isso? Não é falta do que fazer. Certamente que não. Falta do que fazer é o que resultou na foto que ilustra a matéria... E não venha me perguntar em qual Subsecção da OAB eu vi isso... E eu ainda leio jornal.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Albert Nobbs

Você pode ir ao cinema e sair de lá nas nuvens. Você pode ir ao cinema e sair de lá com raiva, com sentimento de angustia, com alívio. Como você quiser. Mas, depois de assistir a Albert Nobbs, que deveria ter dado um Oscar a Glenn Close, você pode tudo, menos ficar indiferente. Fica difícil discutir a total falta de sentido da vida de Albert sem sacanear o leitor, sem dizer do que se trata. Não fica bem, falar de um filme e contar o final ou, sei lá, a sacada, a surprêsa. Não se deve fazer isso. Por outro lado, falar de Albert é dizer que o filme trata da Irlanda, da falta de independência das mulheres em determinada época. E que, talvez, esta falta de independência, ou melhor, a total dependência, fazia as mulheres agirem como agem as do filme. Não sei se é isso. Pode ser, também, uma discussão acerca de sexualidade. Pode ser, pode não ser. Pode parecer que é. Pode tudo, pode nada... Vou te dizer: há muitos personagens femininos neste filme. Todos lidam com a dependência/independência à sua maneira. Cada qual como se lhe apresenta. Parecem todas sobreviver, cada uma a sua maneira. Menos Albert. É totalmente sem sentido. Ao mesmo tempo é uma vida que vale à pena de ser contada. Talvez não lhe interesse, e neste caso você não perdeu nada. Pois, na verdade, tanto faz. É alucinante. Vá ver. Não perca esta oportunidade de ter um orgasmo mental.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Portinari

Adoro os trabalhos de Portinari. Junto com Machado de Assis e Villa Lobos forma uma espécie de tripé sobre o qual assenta meu país. Não à toa, a gente enche a boca pra dizer Brasil. Não somos conquistadores ou guerreiros defensores da "democracia", nem sede de um Império qualquer, desses em que o sol não se pões - bobagens do gênero. Somos o que somos, resumo e síntese de uma humanidade que curte a vida. Coitados de todos os outros, inclusive daquele presidente de multinacional que esta semana declarou que "não trabalhamos muito, por estarmos no paraíso". Inveja pura, do mais alto grau. Esta semana li no Face um "post" em que a pessoa reclamava de que o ano começa só na quarta feira de cinzas. Pobre descendente de alemães... Cara; é o seguinte: Na quarta feira de cinzas você é lembrado de que é pó. Certo?! Portanto, venhamos e convenhamos, trate de aproveitar sua simples e miserável existência que voltará ao pó. Não adianta acumular, senão amigos, abraços e felicidade.

O tipo da felicidade que senti quando entrei no pavilhão em que estão os painéis de Portinari. Aqueles que foram doados À ONU, cujo título é Guerra e PAz e que poderão ser vistos pelos brasileiros até abril em sampa. Depois, não sei. Talvez só em NY. E tem um monte de gente que conheço, que já despencou dúzias de vezes pra lá e que nunca os viu. Portinari foi um gênio. Raro homem capaz de produzir uma belez ímpar. Não adianta ficar aqui babando na tela, tem de ir lá e perder o juízo. Encher o peito, marear os zóio. Eu saí de lá com a certeza de que breve voltarei. E tem mais... toquei no cavalete de Portinari. Quem sabe né?
 Entre 1952 e 1956 Portinari realizou seus dois últimos e maiores murais. Guerra e Paz (14 x 10 m) encomendados pelo Governo Brasileiro para presentear a sede da ONU, em NY.
 Você pode ir lá e por a cara no projeto, nas crianças, na paz.

Portinari optou por mostrar pessoas na Guerra e na Paz e não soldados ou máquinas de guerra. Acertou em cheio.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Inacreditável...

Vez por outra despejo minhas angustias existenciais nos noventa minutos de um jogo de bola. Sempre que posso assisto um. Seja várzea, seja infantil ou profissa. Nacional ou alienígena. Masculino ou feminino. Desde que corram atrás de uma bola, que deva ser movimentada com os pés, este autor estará lá, de olho na jogada, no lance, na arquibancada e no quero-quero. às vezes a gente também chinga o Juiz (é claro) que isso é de praxe. Agora, tem lances que a gente nunca esquece. Sabe aquela final de Campeonato Paulista de 1971? Então... já sabe do que estou falando. Agora, quando o lance não tem nada a ver com o time da gente... bom, ai fica mais difícil de ser memorizado. Tem que realmente ser absurdo, excepcional ou risível. Tem de ser inacreditável. Tipo trucagem de vídeo. Quem se liga em futebol viu ontem uma destas ocorrências de caráter cósmico. Uma em cada oitocentos anos luz. O atacante do Flamengo perdeu um gol que nem a octogenária da minha mãe perderia. Nenê de colo não perderia. O gatinho lá de casa não perderia. Aliás... nem eu perderia. Se alguém não sabe do que se trata, veja o video. Credo! o goleiro do Vasco já tava olhando para o bandeirinha, buscando uma absolvição, uma anulação. Quando viu que a bola estava em jogo e nada havia acontecido de trágico ou prejudicial, levou até um susto e se posicionou. Depois ficou aliviado e hoje cedo, como meio planeta, esta vendo e revendo o vídeu lá no youtube. Faça o mesmo, pois eu não vou ficar aqui compartilhando bobagem de jogador de time que nem é do meu Estado. Divirta-se.

Ah, e se você acha que tem algum erro de ortografia ou concordância neste ou em qualquer outro texto deste blog, deixe um recado... avise, que ninguém é de ferro e todos precisamos de ajuda e solidariedade. Só não vá sair metendo a boca sem ter certeza, tá?!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Eu pensei... E você? Vai fazer o quê com o seu voto este ano?

Então... qual é a contribuição que os profissionais de arquitetura, urbanismo e engenharia podem dar para o debate da questão da moradia? Eu pergunto apenas para instigar. É claro que se discute a questão desde muitos anos, décadas até. O problema é que a discussão acadêmica tende à esterilidade uma vez que o debate não alcança as esferas de decisão, as esferas de poder. Ou seja, o poder público não dá a mínima para sequer entender a questão. E, sabemos disso, para se encontrar qualquer solução há que se ter um entendimento do problema. Quem não entende enunciado não resolve questão. Até um garoto de quinze anos sabe disso. Pois bem, com a recente criação do CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo) a profissão voltou ao noticiário e a ebulição voltou a sacudir os arquitetos em acaloradas postagens nas redes sociais. Em vez de reclamar, a galera podia simplesmente contribuir com idéias para o uso consciente dos espaços urbanos. E não adianta dizer que falta Lei, que a Lei isso, a Lei aquilo, pois o buraco é mais embaixo. Sabemos disso desde Dom Paulo Evaristo Arns. Ou seja, não é de hoje que o poder econômico solapa, destrói, aterra e enterra boas causas. Basta ver o que fizeram no Pinheirinho en São José. Foi, no mínimo, falta de bom senso. Não estou falando da PM ou da ordem judicial. Estou falando do descaso das autoridades constituídas que deixaram a coisa chegar ao tamanho que chegou ao longo de muitos anos de incompetência e indignidade. Sim, pois os profissionais arquitetos e engenheiros daquela região, principalmente aqueles que ocuparam (e ocupam) cargos nas administrações municipais e estadual, que deveriam atentar para a questão, nada fizeram a não ser assistir o circo pegar fogo. Isso quando não foram apagar o incêndio com extintores até às tampas de gasolina. Uns movidos por questões ideológicas e outros por pura incompetência. Descaso mesmo. Deficiência de formação e falta de interesse. Pessoas desse nível não deveriam nem passar em concurso público e muito menos deveriam passar no exame do estágio probatório. O poder público deve atentar para os profissionais que abriga. Aliás, esse negócio de estabilidade em cargo público deveria acabar e o profissional ser avaliado a cada dois anos e não uma vez na vida e outra na morte.
Não adianta vir com discurso. Tem que ter atitude. Orçamento participativo, esferas de discussão e assembléia permanente. Cobrança e mais cobrança. Eu sei que a vida está difícil etc e tal. Eu sei que tem de botar o pão na mesa e que políticos não pagam as nossas contas e que as horas gastas nestas reuniões e assembléias são horas roubadas do convívio familiar ou do nosso lazer. Mas que tal você desligar a televisão algumas horas por semana para reunir seus amigos e vizinhos e discutir os problemas de seu bairro e, ao final de cada reunião, encaminhar uma carta (um requerimento ou um e-mail)para o vereador da sua região (ou todos os vereadores e mesmo o Prefeito). Não diga que não vale à pena, pois a minha experiência diz o contrário. Aliás, a minha vó já dizia que água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
Pronto, falei. E você? Vai fazer o quê com seu voto este ano?

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Quer o melhor de São Paulo?

Estava andando com tempo pela avenida Paulista e decidi entrar no terreno que as vaidades tucanas resolveram chamar de Parque Mario Covas. O lugar até que é uma gracinha, uma espécie de refúgio com sombra e banheiro limpo. Mas, daí chamar o terreno de Parque vai uma distância como daqui lá na china, ou melhor, casa do chapéu. Mania de puxar o saco do morto: é Rodoanel, é parquinho é o diabo que carregue esse Mario. Devemos o atraso de décadas do nosso Porto em Santos à atuação desse incompetente que, inclusive, foi péssimo para a educação paulista. Os professores o amam, com certeza. 
Mas isso é matéria para outros posts. Eu falava do terreno na Paulista esquina com a alameda Ministro Rocha Azevêdo. E lá tem uma casinha simpática que se pretende um local de fornecimento de informações para turistas. O que há, no entanto, é um monte de revistas e "folders" e duas funcionárias que sabem muito bem conversar entre si. Um ou outro "poster" na parede e só. Dentre as muitas revistas à disposição encontrei uma sensacional, toda escrita em lingua inglesa e que tem só o supra-sumo da Capital. Difícil dizer aqui, pela falta de espaço, o quão completa e especial é a cidade de São PAulo quando apresentada pela revista "Time Out". Até me disponho a reservar um final de semana prolongado para ir lá e conhecer.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

duas exposições

Você que não vai dar uma de carnavalesco, nem está atolado em serviço como eu, pode, ou melhor, deve dar um pulo lá no Conjunto Nacional na esquina da Paulista com a Augusta. Não só vai se sentir partícipe de mais de cem anos de história da paulicéia desvairada como, também, vai poder saborear duas exposições (uma delas frenética) que rolam por lá. 
A primeira é do tipo me aprecie que eu gosto. São fotos muito bem tiradas por Luca Capuano e que mostram "os sítios italianos do Patrimônio Mundial da UNESCO". Vai de 6 a 25 de fevereiro no corredor interno do Conjunto e faz parte desse lance de ser o ano da Itália no Brasil. Aproveite e vá tomar um café na livraria mais tudo de bom do Brasil. 
a praça da Torre de Piza...
Revigorado, tome fôlego e vá babar na produção de artistas extraordinários que compõem a mostra intitulada "7 x cidade" sob curadoria Enock Sacramento. A expo fica lá na Caixa Cultural e traz nada mais, nada menos, do que  Carlos Bracher, G. Fogaça, Gregório Gruber, Laura Michelino, Marcelo Solá, Marilda Passos e Rubens Ianelli. É especial. Eu já fui, já vi e vou ver de novo. Isso é certo. Uma, que meu escritório é bem pertinho dali, local escolhido a dedo. E duas, pois me faz um bem danado olhar obras originais. É certo que há um terceiro motivo, mais passional, que é o prazer imenso que tenho de admirar obras de Gregório Gruber. Na década de oitenta deixei passar a oportunidade de comprar um quadro seu. Um óleo sobre tela, desta chuvosa e extraordinária experiência de cidade que é São Paulo. Chorei certa vez a lembrança da oportunidade perdida. Mas foi choro de segundos que se transformou em imensa satisfação de saber que nenhuma de minhas ex está com o quadro. Há males que vem para bem, como dizem alguns...
 um Gruber... + Q Perfeito!
um Fogaça...

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

"Não é mais uma história de amor"

Trata-se de um filme dinamarquês de baixo custo. Talvez antevendo a crise na Europa, talvez apenas para mostrar que país rico também tem artistas com orçamento apertado, ou simplesmente para provar que não é preciso ter dinheiro para contar uma excelente história. Um filme cabeça. Procure e assista, pois tem fotografia maravilhosa, luz estupenda e enquadramentos bastante incomuns. E eu que de Dinamarca só sabia a fala de Hamlet... agora sei "Kærlighed på film" de 2007.

Direção:Ole Bornedal Fotografia: Dan Laustsen Trilha Sonora: Joachim Holbek



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Concurso do bom

Vamos dar um espaço para divulgar o concurso de fotografia do "Preserva SP". 


O concurso tem por objetivo aumentar os conhecimentos dos participantes sobre a cidade de São PAulo, seus edifícios, seus detalhes arquitetônicos, assim como estimular o envolvimento afetivo da população com o seu patrimônio e sua história, despertando o sentido de memória, pertencimento e preservação. Clique no link e saiba tudo sobre essa parada que tem suas inscrições até 05/03.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

200 anos de Dickens

Esta semana Charles Dickens faria 200 anos. Nossa! Duzentos anos e nada mudou. Pois é, quando criança já fez parte das estatísticas de exploração do trabalho infantil e, mais tarde, quando escritor, já metia a boca na desigualdade social. Aquela do tipo "os ricos tranquilamente aproveitando seu dinheiro e os pobres dependendo de comida descartada pelos mercados ou doações". Por esta e por outras, que se pode concluir que muita coisa não mudou nada nestes últimos duzentos anos. Dickens foi o sujeito que imortalizou Ebenezer Scrooge e deve ser por isso que tem tantos dele por ai ainda hoje. Foi o cronista, por excelência da Era Vitoriana e soube, como poucos, desnudar a alma humana, seus preconceitos e mazelas. 
Esta semana, absolutamente por acaso, assisti dois filmes dos quais certamente Dickens seria fã. O primeiro deles foi "Crash - No limite" (2004) que destila os preconceitos da sociedade estadunidense e mostra a incapacidade de convivência das diversas culturas que por lá resolveram se estabelecer. O outro foi "Reds" (1981) a verdadeira história do jornalista americano John Reed, um sujeito de sua época (início do século XX) e que soube prontamente que os motivos da primeira guerra mundial estavam claramente inscritos na palavra LUCRO dos interesses comerciais. 
Portanto, se você se debruça sobre os últimos duzentos anos vai ver que pouca coisa mudou. Na essência, talvez nada, como pode ser verificado no artigo do Ferreira Gullar na Folha de hoje.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

São Paulo

 Vila dos Ingleses

Olhe, esta cidade pode ter mil defeitos, pode não ter recebido o apelido de "maravilhosa", pode até ter maus Prefeitos (um atrás do outro) e, mesmo assim, é deliciosa de se viver. A vida em São Paulo tem emoção, no mínimo. Ontem mesmo, enquanto visitava a Maravilhosa Vila dos Ingleses (na Luz) caiu o maior toró. Chuva sem dó nem piedade. Beleza... além de inundar tudo, produziu o maior congestionamento dos últimos tempos. Mas, mesmo assim, adoro este lugar. É sacanagem dizer que nasci e cresci aqui e, apesar disso, meu amor por esta loucura de pedra não tem nada a ver com isso. Tem a ver com a diversidade, com o amálgama que se criou nestas margens de rio, neste planalto cercado por espigões. Tem a ver com cor, com cheiro, com pessoas. Tem a ver com excesso. 
Mas, independente disso, ontem cumpri uma promessa feita nos anos oitenta lá na rua Avanhandava: me filiei ao Sindicato dos Arquitetos (SASP). São PAulo precisa, a categoria precisa, principalmente neste momento de transição em que todos parecem perdidos no limbo entre o CREA e o CAU. Quanto mais gente, melhor... "Nada a temer, senão o correr da luta!"

 Torre da Rede Record, vista do Forum Trabalhista
 Muro na Barra Funda, perto da Rodoviária
 Estação vista da Rua Mauá
Metro, linha Amarela
edifício invadido

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Domingão

o maior sol lá fora, tipo trinta graus na sombra e eu pintando mais de 200 metros quadrados de parede. Meu braço quase caiu. Eu preferia que tivesse caído de tanto remar pra pegar onda, mas eu preciso entregar a casa que foi sede do meu escritório por quase dez anos. Para entregar, reza o contrato, há que se pintar.  Só sei que deu um dia inteiro de trabalho, perdi uma praia com certeza e, ainda por cima, perdi o jogo do Verdão. Há males que vêm para o bem e assim que entrei em casa e liguei a tv o Fernandão empatou. Logo depois fizeram o favor de virar o jogo e eu ainda arrumei forças para pular e grita. Depois de um bom banho, alguns alongamentos e uma pizza... só resta dormir.
Estou devendo um convite e vou me esforçar pra que isso dê certo o mais rapido possível.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Problema? Que problema?

Tem gente que deveria comprar espelho, olhar a própria sorte em vez de se preocupar com a vida alheia. Lá na Hungria, país do leste europeu no qual a maioria dos meus parentes vive, há um ditado muito popular que diz o seguinte: "quem cava cova para os outros, acaba ele mesmo caindo nela". Não sobrou muita coisa pra se dizer, certo? 
Muita gente vai ler isso e ficar pensando. Outros, por absoluta falta de material cinzento, nada pensarão. Afinal, há todo tipo de gente nesse mundo e eu, que não sou melhor nem pior do que a média, uso meu blog como achar melhor. Inclusive para mandar recado, se me aprouver. Aliás, quem pensa que o "ter" vale alguma coisa, pode pegar uma cadeirinha de praia e um guarda-sol para esperar passar algum enterro com caminhão de mudança atrás. Gente sem noção!