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sábado, 21 de janeiro de 2012

Um pedido formal

Quero pedir desculpas aos caros leitores. Neste começo de ano nossa freqüência caiu muito e publicamos pouco. Como vocês já sabem, mudei meu escritório de uma pacata Vila dos tempos do Império para o coração financeiro da República, em plena Av. Paulista. Isto demanda esforço e tempo. É claro que neste meio tempo continuamos trabalhando, não só no escritório como também administrando uma ONG de preservação ambiental e produção de mudas de árvores nativas. Não estou reclamando não, apenas me desculpando por não trabalhar 3o horas por dia. Não sou aquele banco que comprou o outro banco que já era uma união de bancos. Deus me livre, ou não. Mesmo apunhalado pelas costas me recuso a parar. Aqui a gente pinta, carrega a escada, mistura a Têmpera e ainda aprova o trabalho; ou como dizem no futebol: cobramos o escanteio e corremos para cabecear pro gol. Não deixamos a peteca cair. E não venham botar a culpa no Instagram. Este hobby, a fotografia, me é caro e delicioso desde pequeno, apenas e tão somente agora possui um veículo mundial de divulgação. Neste caso estou muito satisfeito com o resultado, afinal já são mais de setecentos entusiásticos companheiros de publicação carinhosamente chamados de seguidores. Aliás, o ano não poderia começar melhor. O Universo mais uma vez conspirou e afastou os falsos e os impuros. Limpou a área e os ares. E olha que eu tinha grande consideração pela figura. Mas foi bom assim. Deus é pai e não padrasto. E para provar, vos digo que me roubaram o guarda-chuva durante a missa das dezoito horas na Catedral da Sé e, depois disso, não choveu mais naquele dia. Peguei Metro, ônibus e ainda subi a ladeira de casa sem uma gota sequer. E tinha sido um dia com água desde às seis da manhã. Os amigos, aqueles verdadeiros, estão sempre na área. Assim são as coisas. Assim é a vida.

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