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sábado, 14 de maio de 2011

ESCHER, uma aventura no Centro Cultural

Aventura em todos os sentidos. Enfrentar a(s) fila(s) desde a entrada, depois a do elevador, depois uma em cada andar (e são 4), depois uma para o filme 3D, outra para o documentário e, por fim, uma para ser fotografado na casinha que distorce a perspectiva. Ah, teve a fila do café da qual desistimos. Os desenhos e as montagens valem superhiperduper à pena. O Escher desenhava muito, sabia demais. Suas idéias são atuais e as ilusões sempre bem vindas. As pessoas enfrentaram tudo numa boa e o espírito, no geral, era de muita satisfação por poder desfrutar de tanta qualidade. Parabéns ao Centro Cultural Banco do Brasil, um lugar que nem parece Banco do Brasil pois todos sorriem e trabalham muito (ao contrário das agências que freqüento, aonde os funcionários fazem questão de serem mal educados e lentos).



Então, eu não reproduzi aqui escadas, peixes e pássaros que todo mundo já conhece ou pega fácilmente na net. Reproduzi coisas menos conhecidas e que mostram a capacidade do desenhista (artista) que ele foi. O lápis dele devia ter uma ponta pra lá de fina...