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terça-feira, 3 de maio de 2011

Sugestão para o frio que se aproxima

Eu sou fascinado por chás. Chá de qualquer coisa, qualquer erva ou planta. Desde aqueles que se vendem nas bodegas, lojas e supermercados, até àqueles sugeridos pelos mateiros, pelos sitiantes, pela vovó ou mesmo pelo vendedor da Praça da Sé. Nada melhor do que uma chícara (ou caneca) de chá para espantar o frio ou o tédio. Nada igual para embalar uma conversa, acompanhar um filme ou um biscoito de aveia. Os ingleses, os indianos e os japoneses sabem disso há séculos. Eu não me arvoro a tanto, mas desde que tive o primeiro contato com a coisa, jamais a abandonei. Virou vício, isso sim. E hoje, andando pelo centro da minha Pacata Vila dos Tempos do Império, passei pela vitrine de uma loja que vende tudo, desde penico esmaltado até o magnífico aquecedor de água da foto acima. Não resisti e comprei um. A partir de hoje vou tomar chá em todo lugar em que houver uma tomada... que sempre existe em maior número, se comparado com fogões.