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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Brasil turístico

Ontem fui ao aniversário de uma querida amiga que conheço desde meus onze anos. Ela me contou que mudou recentemente de atividade ao tornar-se Guia de Turismo. Apesar de não me parecer muito entusiasmada, ela tem um campo vasto pela frente. Além de todos os atributos turísticos deste país e de seu enorme potencial, se ela apenas cuidar para que a atividade se profissionalize já estará prestando um inestimável serviço à Nação.
Digo isso apenas pela minha experiência no assunto. Não sou muito de andar por ai com guias, mas vez por outra não se escapa da companhia deles. Certa vez, no Maranhão, não me lembro mais em que circunstâncias, acabei numa turma em que o Guia uniformizado não fechava a matraca. Todo sem fôlego anunciava desde o quartel em que Alcione aprendeu a tocar trumpete até a vasta contribuição dos portugueses para a cultura nacional, tal como os amarelejos, os verdelejos e, é claro, os azulejos das ruínas de Alcântara.
Outra experiência minha, esta recente, foi na visita ao Museu da Cachaça em Maranguape (CE) na qual tive de ouvir de outro Guia (também uniformizado) que estava a passar ao largo de um Arqueduto. Ora, na minha idéia, dutos transportam algo e se é água, só pode ser Aqueduto e não Arqueduto.
Percebe Cris? Há muito por fazer!