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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

USP, mais uma vez... a USP



Eu não estava nada a fim de comentar os últimos episódios ocorridos na USP. Mas, depois do desfecho de ontem e pelo fato de eu e minha mulher frequentarmos aquele espaço, decidi dar uns pitacos. Vamos começar do princípio: tá mais do que na hora de se tomar alguma atitude adulta quanto à liberação do consumo moderado de maconha. Aliás, passou da hora. Foi por isso que começou a bandalheira, não foi. Pois é: BANDALHEIRA! Tudo tem limites e como disse a professora Raquel Rolnik, precisamos decidir, também, se a USP faz ou não parte da cidade. Simples assim. Se eu que gostava de dar umas pedaladas por lá no final de semana não posso mais entrar por não ter carteirinha, então não posso mais considerar o buteco como espaço público. Certo? Então se não é público... parece que já respondemos sobre a autonomia da PM no Campus. Mas, se a presença da PM fez desabar os níveis de criminalidade naquele espaço... a PM fica! E, de mais a mais, o modelo do Campus é um modelo centenário, pensado sabe-se lá pra quê, copiado de onde e por quem... mas só serve para quem tem carro, com seus espaços imensos e deserticos, favorecendo únicamente desocupados e criminosos. Portanto, se depender da minha opinião, a PM fica e aumenta seu efetivo e, principalmente, os baderneiros são expulsos. Alguém já se perguntou quanto aluno realmente interessado em estudar está cedendo sua vaga para um vagaba mimado desses? E se colocassem uma câmera a cada cem ou duzentos metros... e se os pais educassem seus filhos para viver em sociedade em vez desse bando de mimado que tem por ai? Heim, heim??

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