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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Baaria de Tornatore

Taí: se você viu Cinema Paradiso e gostou, vai curtir Baaria. São do mesmo autor/Diretor Tornatore.
Contar filme é sacanagem, mas como este é impossível de ser contado... Trata-se de um épico em ritmo de fast-forward... super-duper-hiper! Começa antes da segunda guerra mundial e vem até os dias de hoje em um ritmo alucinante. Tem fio condutor (graças a Deus) e é de uma beleza, de uma plasticidade estonteante. Fora que tem uma tal de Margareth Madè que é a cara da Sophia Loren.
No final de Baaria, ouvem-se diversas vozes, entre elas uma que diz que o artista deve falar do que sabe, deve se manter fiel a suas origens e raízes. Essa voz pertence ao pintor siciliano Renato Guttuso e o depoimento foi recolhido pelo próprio diretor Giuseppe Tornatore. O que Guttuso, que aparece como personagem em Baaria, está dizendo é algo em que Tornatore acredita. "Este é meu filme mais pessoal, não necessariamente autobiográfico", ele informa. Imperdível, portanto, vá correndo para a sua locadora e emocione-se.

2 comentários:

Bípede Falante disse...

O filme tem uma fotografia e uma direção de arte espetaculares. Mas prefiro o Cinema. Prefiro bastante. Há algo que se estende um pouco nesse. Sei lá :)
beijosss

TARDE disse...

verdade. Parece que poderia ser encurtado um pouco. Obrigado pela visita.