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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

o Avô dos cartões magnéticos

Isso mesmo. Este foi o que se pode chamar de primeiro cartão para sacar dinheiro em caixa automático. Funcionava assim: Você possuia três destes cartões perfurados e os furos é que diziam quanto dinheiro podia ser sacado. Íntroduzia-se o cartão na máquina e após a respectiva senha o valor era liberado e o cartão ficava retido. O Banco devolvia depois, pelo correio. A grande vantagem é que a coisa funcionava 24 horas e livrava a cara da gente com grana cash. Isso é do início dos anos oitenta e você precisa ter no mínimo cinco ponto zero para ter tido um (kkkkkkkk).

Dez coisas que eu decidi não mais fazer


Fumar, Beber álcool, comer carne vermelha, comprar produto pirata, ler Paulo Coelho, Ler Lya Luft, escalar o Everest, pular de Buggie-Jump, andar de Bugre nas dunas (sejam quais forem as dunas) e adotar uma tartaruga.
Você pode achar estranha a minha lista. Nada mais fácil: faça a sua. E não adianta vir aqui criticar, por reparo, pois a lista é minha e fui eu que decidi não mais fazer estas coisas. Umas, por serem pura perda de tempo, outras por já ter passado da idade. Você dirá que fiquei velho para o Buggie-Jump... enganou-se:  Fiquei velho para agüentar Lya Luft e Paulo Coelho, fiquei velho para aturar bêbado e mau cheiro.  Cara, a vida é curta para se perder tempo com besteiras, rusgas e inconveniências. Abobrinha então... só se for vegetal.
No Everest o Niclevicz e mais meio mundo já foram... alguns morreram, e eu pretendo viver muito ainda. E tem mais, passar frio nunca foi a minha praia. Andar de Bugre na Duna não precisa nem explicar... vem areia na boca, você sai com a bunda quadrada e sempre tem um Ogro semi-analfabeto ao volante cuja maior felicidade é demonstrar o seu total desapego à vida... E sinceramente, adotar tartaruga só se for um Jabuti lá na minha estante. 

PS: É claro que estou falando da estatueta do prêmio Literário, orra meu!
PS2: explicar a recusa de comprar produto pirata não carece, não é mesmo.