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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Glauber Rocha anistiado

Quase 29 anos após a sua morte, o cineasta baiano Glauber Rocha (1939-1981) deverá ser reconhecido como anistiado político pelo Ministério da Justiça nesta quarta-feira (26), em Salvador (BA). O julgamento do processo iniciado por Paloma Rocha, filha do cineasta, em 17 de maio de 2006, será concluído pela Comissão de Anistia no teatro Vila Velha, no centro da capital baiana. 
Aliás, qualquer um que se sentiu perseguido no período compreendido entre os anos de 1946 e 1985 pode fazer uma solicitação de anistia e ou reparação incluindo ai uma pensão vitalícia. O Estado e o nosso imposto pagam com prazer; pois segundo o Ministério da Justiça, cerca de 55 mil solicitações de anistia já foram julgadas pela Comissão de Anistia. Do total, 14 mil casos receberam algum tipo de reparação econômica e 18,5 mil pedidos foram negados. Em outros 22,5 mil processos, o Estado pediu desculpas aos atingidos. Há ainda 11 mil processos aguardando definição em primeira instância e mais 3.500 com solicitação de recurso.
Com as indenizações, o governo já desembolsou R$ 2,4 bilhões. Para o cálculo das indenizações são levadas em consideração duas situações: um para quem não tinha vínculo laboral na época –cujo valor pode ser de até 30 salários mínimos por ano de perseguição, até um limite total de R$ 100 mil–, e outro para quem tinha trabalho, ou seja, é levado em consideração a possível progressão na carreira –essa categoria não tem limite de indenização.
Além do cineasta, o Ministério da Justiça já concedeu a anistia a outras personalidades. Em 2008, os escritores Ziraldo Alves Pinto e Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, o Jaguar, receberam uma pensão vitalícia de R$ 4.375,88 e uma indenização de R$ 1.027.383,29 e R$ 1.000.253,24, respectivamente. Em abril deste ano, o dramaturgo José Celso Martinez Corrêa foi contemplado com uma pensão vitalícia de R$ 5.000 e mais R$ 569.083,33 retroativos.

FONTE: UOL e GOOGLE

HEIDEGGER (26/09/1889 a 26/05/1976)

Na época em que a Carta Sobre o Humanismo fora impressa - em 1947, logo após o final da Segunda Guerra Mundial (1939-45) - a primeira parte da extensa obra de Heidegger já havia sido divulgada. Enquanto isso, na França de 1943, Jean-Paul Sartre publicara "O Ser e o Nada", fato que marcaria o advento do existencialismo francês. Heidegger, no entanto, sempre manteve-se desvinculado da corrente existencialista, não só porque era contra qualquer classificação do pensamento, mas, sobretudo, por causa do papel fundamental exercido pelo conceito de "nada", entre os franceses - para quem o nada poderia gerar a sensação de náusea existencial. Em Introdução à Metafísica (1953), ele irá propor a pergunta metafísica fundamental "porque há simplesmente o ser e não antes o nada?" justamente para mostrar que toda confusão imposta ao conhecimento do ser ocorre por se supor que o nada nadificante possa existir em algum ente. Para Heidegger, essa noção de nada seria capaz de obscurecer o ser ao se tornar mais um ente entre os outros, fator pelo qual a questão metafísica fundamental não pudera ser respondida, até então, pela filosofia ocidental.

DENGUE

Então... o Governo gasta um dinheirão em propaganda, tentando conscientizar a população a não deixar água parada por ai. Pois é... dai vem a Prefeitura Municipal, através de sua Secretaria de qualquer coisa como Parques e Jardins, ou Verde que te quero verde, ou ver-te... E planta bromélias no canteiro central da avenida. Sabe aquele lugar em que ninguém vai olhar nada... A água de chuva se instala e o mosquito agradece. Genial!! Absolutamente genial e merecedor de prêmio! Parabéns ao idiota incompetente que decidiu este paisagismo.