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sábado, 15 de maio de 2010

Contra o Serviço Militar Obrigatório - A favor da PAZ!

Uniforme Militar, atitudes militares, quartéis, armas e Serviço Militar Obrigatório não combinam com o século XXI. Não combinam com civilização. Não combinam com desenvolvimento e, de mais a mais, não combinam com paz e bem estar.
Com o passado militarista, de golpes e desmandos perpetrados por fardados, o Brasil já os deveria ter banido para os livros de História para lá ensinarem aos nossos filhos e netos como não se faz. O militarismo já teve suas oportunidades e falhou em todas elas. Seja na proposição de soluções, seja na condução das políticas desenvolvimentistas, econômicas e sociais que tetou implementar. Um fiasco, de raríssimas excessões. Pior, sequer faz bem feito aquilo a que se propõe, ou seja, manter as fronteiras livres de invasões. Rapazes recrutados contra a sua vontade, no auge da juventude, em detrimento de estudo e emprego, são mandados para casa por falta de verba para servir comida e uniforme. E enquanto nos quartéis, manuseiam armas obsoletas e absolutamente inúteis. Desnecessário dizer que a verba gasta com as instalações e equipamentos poderia muito melhor ser empregada em educação e saúde, por exemplo. Neste mundo de altíssima tecnologia, chega a ser ridículo possuir e manter tanques, obuzes, carros de combate, baionetas e infantaria. Vamos deixar esse negócio de brincar de soldado. Acabemos com o Exército. Bastam a Marinha e a Aeronáutica cujas funções sociais são ainda relevantes.
Aproveitemos este 15 de maio, dia da objeção de consciência para refletir contra o serviço militar obrigatório, contra a guerra. Gente, o mundo mudou!! Guerra é um absurdo! Trabalhe pela paz!

Poupança...


Ora, ora, ora, meu caro Senhor, minha cara Senhora: você tinha um dolar (U$ 1,00) em julho de 2001? Antes do fatídico setembro das duas torres de Manhattan, antes de Lula, pouco depois do apagão e antes do pós-tudo? Tinha?
Pois se em julho de 2001 você tinha um dolar, você podia tê-lo trocado por exatos R$ 2,35 (dois reais e trinta e cinco centavos), os colocado na singela poupança de um banco qualquer e ido torcer pelo seu time do coração ou ler sua coleção de Cecília, Érico ou Carlos. Você hoje teria lá R$ 4,88 (quatro reais e oitenta e oito centavos) para sacar. Na cotação de hoje, exatos U$ 2,61 (dois dolares e sessenta e um cents). Caso tivesse ficado com seu dolar na gaveta, trocava-o hoje por R$ 1,87 (um real e oitenta e sete centavos). Uma baita diferença! Só três reais a mais para cada dolar que você investiu no Brasil em nove anos. Agradeça ao Henrique Meirelles e ao Bush. O que um arrumou aqui dentro o outro estragou lá fora e na conjunção destes dois fatores o Lula saiu por cima da carne sêca, pois enquanto um brasileiro ganhava U$ 76,60 de salário mínimo em julho de 2001 hoje leva pra casa U$ 272,73, OU SEJA TRÊS VEZES MAIS. A industria nacional agradece, o Bradesco agradece, a multinacional agradece e a padaria da esquina também. Do Santander nem se fala...

PS: mesmo descontada a inflação do período, que não foi pouca (R$ 2,00 - dois reais - daqueles R$ 4,88 - quatro reais e oitenta e oito centavos), acreditar no país e na produção foi um bom negócio. Não a toa o dinheiro estrangeiro aportou por aqui igual àquela plantinha de lindas flores: dinheiro em penca.

PS2: Eu fui criado e me criei com muita inflação, com inflação pra lá da conta e até hiperinflação, portanto estes últimos quinze anos de estabilidade econômica são uma bênção de bastante paz de espírito.