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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

DIA DA INTERNET SEGURA - ( 9 de fevereiro)

Tema da campanha deste ano : 
Think B4 U Post
ou seja, pense antes de postar afinal, uns minutinhos a mais não vão chegar nem perto de ser um problema 
(igual às conseqüências do não pensar)

"Nome Próprio", um filme para não ter...

Você posta em Blog? Você se ficcionaliza? Pois bem, “Nome Próprio” é um filme de Murilo Salles com Leandra Leal, baseado na obra de Clarah Averbuck. Não conheço Clarah o suficiente, nem seus textos (Máquina de Pinball entre outros blogues e blagues) para saber o quanto o filme tem de queijo ou de goiabada, mas sei que de alguma maneira este filme tem um pouco de todos os adolescentes deste país. Se for classe média, meio caminho andado. Trata-se de vários personagens dentro de uma pessoa só, vivenciando uma solidão tão insuportável que necessitam de outros seres humanos para serem salvos de algum desastre que a mim não ficou muito claro... Sou meio dorfo quando se trata de psicologia libertária adolescente...Esse negócio de perscrutar a alma humana nas profundezas da superfície do asfalto. Uma urbanidade não muito cordial. Um filme agressivo, que incomoda, chega a encher o saco, dando voltas e mais voltas numa espiral de tormentos não muito bem explicados. Talvez, por isso mesmo, vencedor do Festival de Gramado. No mais, Leandra tenta salvar o filme... na frente de um computador, postando em um Blog.

URBANA CONDIÇÃO

E dizem que em São Paulo tem de tudo... esqueceram de dizer que de tudo tem. Pois muito bem. O ladrão roubou, ele e uns outros mais, depenaram e a enxurrada veio e entortou a "coisa" lá para o meio da rua... Não bastasse isso, foi quase parar na esquina da rua Sutil com a rua Velho! Ou seria Velho com Sutil? Não desdenhe não, pois minha imaginação não é tão fértil assim e eu tenho a foto da placa para provar. Depois dessa, até a vaca deitou... Já o pichador deitou e rolou ao dizer o que muitos pensam...(SP LOST)! Minha vó, se estivesse por aqui, diria em tom de indagação furiosamente indignada: O que será de nós, meu Deus?!