PINTEREST

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

madrugada surreal

O estômago dói, a cabeça gira... são 4 da manhã em Sucupira. É cara, Sucupira... Eu sei que ta frio, que o tempo virou, que Sucupira é no Nordeste e eu não estou lá, mas definitivamente, aqui, agora, é Sucupira. É surreal... Tá surreal... (e rimou, oras) Não quero inaugurar cemitério nenhum, apesar de haver em algum lugar, alguma lista de espera para teletransporte imediato. A impressora não quer funcionar, isso sim. É isso mesmo que você leu: NÃO QUER! Decidiu, de moto próprio, não querer. O CD não instala, o outro Lap Top resolveu praticar solidariedade e eu estou de saída para o escritório e lá me vingarei, usando todos os aparelhos escravinhos que possuo. Sob comandos ritmados farei a galé remar! Debaixo de chicote, se necessário for! O Deus do protocolo não espera... tiquetaqueia inclemente, observando a hora passar, esperando o momento preciso em que pensa poder gargalhar na nossa cara. Quase sinto saudade de uma ou duas folhas de papel carbono, daquelas novinhas, para usar no teclado da foto ao lado, agasalhadas entre alvas A4. No meio disso tudo, ainda tenho dentista e buscar parente no aeroporto. Tá certo que, na pacata Vila dos Tempos do Império, a dentista é ali na esquina, mas o aeroporto é na casa do chapéu. Isso mesmo, lá na terra da Chapelaria Cury. Das três opções possíveis, essa era a melhor, já que a opção impossível o nome já diz, era impossível. E não me venham com papel carbonado: eu detesto! Bom mesmo era o mimeógrafo... ou a minha idade no tempo de seu uso.

Um comentário:

Gláuber disse...

Eu tb quero escolher a impossível às vezes!
Ela é sempre a mais ponderada a se seguir.