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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

"Os Clássicos que eu li"

Na Livraria Cultura do Conjunto Nacional foi noite de Classe. Classe em todos os sentidos. A aula ficou a cargo de Alfredo Bosi, José Miguel Wisnik, Milton Hatoum e Samuel Titan Jr. que durante duas horas discorreram sobre Clássicos da literatura. Ao final os autógrafos e a tietagem em grande estilo, como sempre.

A Cia. das Letras, ao promover a sua parceria com a Penguin com esta qualidade, merece todos os aplausos.

domingo, 29 de agosto de 2010

Dia nacional...

Dia nacional de Combate ao Fumo, dia nacional de ver Rubinho fora de uma corrida (levando fumo na terceira volta), dia nacional de ficar jogado, largado, gripado... comendo pizza. Em resumo: domingo!
Já que é Dia Nacional, não podia faltar a visita do IBGE, afinal a Nação precisa saber dos seus...


PS: Barrichello completou hoje sua 300ª largada...
PS2: o IBGE fazendo o Censo de colete, crachá e PDA... iguar quenem no primeiro mundo...

Para quem gosta de filme


São mais de 400 filmes na íntegra lá np Youtube que você já conhece. É só clicar no link que eu disponibilizei ai em cima e fazer a pipoca...

sábado, 28 de agosto de 2010

Enquanto isso...

Um Juiz Militar, aliás Capitão da PMRJ, foi preso nesta madrugada roubando cabos. Pensei comigo: salário de Capitão deve de estar uma mixaria se ele precisa roubar cabos. Mas roubar como? No carteado? Não, cara, não... pior: é cabo de telefonia, com lucro mensal de uns R$ 400 mil. Brincadeira, ou não... e depois, estranham "as coisa" que rola por ai.
Matéria completa : AQUI
Ah, e o cara, vulgo Juiz Militar Capitão, é que ia decidir se os PM's acusados pelo atropelador do filho de Cissa Guimarães tinham ou não pedido propina...

PS: e eu trabalhando no sábado ensolarado. Não bastasse isso, estou gripadaaatchooo, mas buito gripado besmo.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

96 anos

Tá difícil de comemorar, mas aniversário é aniversário e pronto. Feliz Aniversário!
Agora, que este bando de FDP merece uma surra de aleijar, isso merece...
Vagabundo ganha trocentos mil por mês pra isso? Heim, seu Felipão?
Põe a mão na consciência e vê se você merece o seu salário...

A torcida do Palmeiras segue cantando no Pacaembu, em respeito ao aniversário de 96 anos do time!
Afinal, quando se faz aniversário se trata bem os convidados, ou não?!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

PORTAL 2001 (Mayrant Gallo)

Recebi de Mayrant Gallo a coletânea de contos sci-fi intitulada "Portal 2001". Por ora só tive tempo de ler  "A Paz Forçada" de autoria do mesmo. Este conto, "um pesadelo do futuro" na definição do próprio autor, me inspirou a ponto de me tirar o sono. A partir dai produzi uma imagem que se vê a seguir...


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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Definitivamente... O Brasil está mudando!

Nesta tarde seca e ensolarada o TRE-SP barrou a candidatura de Paulo Maluf com base na Lei de "Ficha suja" por quatro votos a dois. É claro - mais do que óbvio - que o exército de advogados do nobre Deputado já entrou em ação. Soube de fonte "limpa" que já foram requisitados quinhentos sandubas de mortadela e várias caixas de guaraná em pó, duzentoas garrafas térmicas de café, balinha jujuba e outras coisinhas mais... capazes de combater o sono e possibilitar a redação dos inúmeros recursos a serem distribuídos de modo que o aspirante à reeleição  tome posse. Segundo o próprio interessado, apenas Deus o tira da vida pública. Há, no entanto, enorme parcela dos paulistas interessados no sepultamento desta carreira política, que já parece ter ido longe demais. Quem viver, verá.

Ontem, Hoje, Amanhã

Pois então, ontem fomos almoçar em família com amigos, celebrar a vida, ver os pequenos pela casa, sentir o tempo passar. Dia de lembrar Raul (Seixas 1945-1989) com Stevie Ray Vaughan (1954-1990) e Double Trouble fazendo a trilha sonora. Peixe, salada, carne sêca com macaxeira, arroz, doce de leite caseiro, coca-cola (não pode faltar), futebol, fraldas e filmes. "The Box" foi o DVD da vez. Um remake em que uma singela idéia, levada a cabo originalmente em 30 minutos, é complicada inútilmente pelo diretor e roterista Richard Kelly. Este, por sua vez, baseou-se nos contos de Richard Matheson, competente escritor de Ficção e um dos roteiristas da famosa série Twilight Zone (Além da Imaginação). A genialidade de Matheson foi detonada pela mediocridade de Kelly que, na minha opinião, estragou rolos de película, perdeu tempo e não possui a mínima noção de como se conta uma estória. Em resumo, a questão é assim: você recebe uma caixa com um botão e se você apertar leva um milhão, mas alguém que você não conhece morre. Um dilema moral.
Falando em filmes, hoje é aniversário da morte de Rodolfo Valentino (1926), e de Sacco e Vanzetti, aquela que parece ter sido a mega injustiça norte americana daqueles tempos (1927). E por falar em morte (nada melhor para uma segunda-feira cedo), vou reproduzir um trecho de uma crônica de Martha Medeiros:
"Sendo assim, dedicamos todos os nossos dias a tentar nos salvar. Estamos sempre atrás de uma receita que evite esse fim abrupto que nos aguarda lá adiante, ou ali adiante. Corremos no calçadão, procuramos nos alimentar decentemente, ouvimos música, saímos para beber com os amigos e não nos sentimos vivos se não estivermos apaixonados - porque a paixão é o único sentimento que faz a gente se sentir imortal - e assim vamos tentando manter a morte o mais distante possível. Somos doutores em alegria, somos simpáticos a tudo o que nos faz rir, e chamamos equivocadamente de infelicidade aquilo que é silencioso e repetitivo, porquê sileêncio e tédio nos lembram você sabe o quê. Pirados, todos nós, e com toda razão: não é mole viver com a consciência de que sumiremos de uma hora para a outra. A única saída é não dar muita bandeira deste nosso pavor. Ansiedade, sim, envelhece."(A morte por trás de tudo- Coisas da vida, ed. L&PM)

Boa semana pra todos.

domingo, 22 de agosto de 2010

Sábado, pra ninguém botar defeito...

Começa que não fui a Barretos ver a Maria miar, não montei nenhum Touro (jamais montarei), mas pulei miudinho no final do dia. Comecei sentado na sala de espera da Dr Lisandra que, engraçada, expôs sua indignação quanto ao "Tiririca, pior do que tá, não fica". Para quem não sabe... Youtube na cabeça, pois eu é que não vou ficar explicando sistema eleitoral pra ninguém... já bastam a Dilma, a Martha, essas coisas... e ainda me vem um palhaço, esse sem disfarce (é palhaço mesmo) pedir voto. Depois do almoço fui ver SALT e ai ficou a dúvida: vai ter Salt 2,  Ou será Plaft, de espectador estatelado no chão... Por quê fui ver isso? Sei lá... e veio Leonardo com seu filme pseudosério, desses que vão gerar muita discussão entre adolescentes e desocupados, com pitadas da sempre velha e surrada Teoria da Conspiração. Mas o melhor foi que eu passei mal. Foi, foi sim... daquelas de correr feito maluco pelos corredores do cinema, duas por cima, uma por baixo, pisando no pé do cara ao lado, dá licença, obrigado, se falar muito, ou demorar, te dou um banho. É a terceira vez que passo mal nesse Shopping... Tudo lá é ótimo, cinema, estacionamento, livraria... mas a comida... não sei não. Por outro lado, é só não comer... beleza! O Shopping da dieta. Duro foi dirigir pra casa... nada que um chá de folhas não resolvesse. Mas, lá no fundo, ficou aquela ponta de dúvida: foi a comida, foram os filmes ou foi eu ter visto o cachorrinho fazendo suas necessidades no meio do corredor? Já sei... uma pela outra, lá não como mais e vou cuidar para escolher melhor os filmes...

PS: a dona do cachorrinho recolheu a bagaça direitinho...

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

DO CORREDOR DA ESCOLA

A vida é mesmo tudo aquilo que se diz dela. Mas independente de qualquer coisa, digam o que quiserem, seja você pessoa alegre ou descontente, gremista ou colorado, é sempre bom rever pessoas queridas, relembrar bons tempos. Não que os atuais não o sejam, aliás reputo-os ótimos, mas é que existem aquelas pessoas às quais a gente deve um monte, sem que elas saibam e quando a oportunidade aparece eu fico feliz em poder dizer isso. Pois muito que bem: lá ia eu de uma gráfica express para uma livraria quando passo por um senhor distinto que acompanhava sua mulher nas compras. Reparei que sua fisionomia me era familiar e apesar de levar duas escadas rolantes para cair a ficha, voltei e cumprimentei-o efusivamente. Afinal, era um dos queridos professores da não menos querida Instituição Toledo de Ensino, a famosa ITE de Bauru, a quem não via faziam mais ou menos dezoito anos. Pessoa rara, de qualidades, alta capacidade intelectual e oratória invejável, o Professor Dr. Luiz Celso de Barros foi um marco na minha formação jurídica. Juntamente com os demais componentes do corpo docente daquela renomada casa de ensino superior, nos transmitiu valores perenes de modo sereno e firme. Sou muito grato àqueles anos e àquelas pessoas daquele lugar. Moram todos cá, no meu coração.

PS: o corredor da foto é da USP, pois eu não ia despencar daqui lá em Bauru só para bater uma foto. São bem uns 700 km (ida e volta). Bem que valia, pois o corredor de lá é infinitamente mais bonito, mas fica assim que tá bom também...

PS2: Quer ler coisa boa? Livro tranquilo, de crônicas bem escritas? "Coisas da Vida" de Martha Medeiros da L&PM Pocket. Vale!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

LETRAS E LEITURAS

Ôpa! Comparecemos à gravação do programa Letras e Leituras (Rádio Eldorado), capitaneado pela competente e simpática Mona Dorf que entrevistou Lira Neto e Humberto Werneck dentro da "Estação Férias Inverno". Uma aula, que vai ao ar neste próximo sábado (21/08) às 9:30h. O Podcast fica armazenado lá no sítio da Rádio.
Lira Neto é autor de Padre Cícero: Poder, Fé e Guerra no Sertão (Companhia das Letras, 2009). O simpático torcedor do Ceará Sporting Club, discorreu sobre os limites da ficção nas biografias e sobre como o voyeur que existe em cada um de nós faz com que as biografias sejam o grande buraco de fechadura a revelar algumas vidas.
Humberto Werneck, um mineiro paulistano, autor de muitos livros consagrados, grandes entrevistas na Playboy e, sobretudo, da excepcional biografia de Jayme Ovalle (O Santo Sujo - Cosac Naify, 2008), abriu segredos e deliciou a platéia com suas temperadas passagens (escritas e não escritas) da vitoriosa carreira de jornalista. Com o foco nas pessoas, sobretudo na "História de gente", Werneck possui um texto apaixonante que seduz a cada frase. Aliás, Werneck irá ministrar um curso sobre cronicas no Centro Universitário Maria Antônia (USP) provávelmente em outubro deste ano: Fique de olho.


segunda-feira, 16 de agosto de 2010

LIKE A VIRGIN...

Cinqüenta e dois aninhos... temos!
Absolutamente up to date... somos!
Afinal, se trata da melhor geração que este Planeta já viu!
(rsrsrs)
Feliz Aniversário, Madonna!
16/08/1958



domingo, 15 de agosto de 2010

A BIENAL É SHOW!

Nem bem sai do carro lá vinha Ziraldo, contente da vida com seu caloroso abraço. Mais adiante Maurício de Souza, Padre Marcelo Rossi, Gabriel Chalita, Thalita Rebouças e Jostein Gaarder só para citar os mais famosos que couberam nas minhas poucas horas de presença no evento. Aliás... foi vento mesmo, e daqueles bem gelados, pois que eu só vi foi nêgo passando frio lá no Anhembi. Tem pizza boa por lá, junto aos livros, aos espertos vendedores de assinaturas de revistas, muitos autores estreantes e até Sebo do bão, com toda a coleção dos Escoteiros Mirins ou do Teatro Abril lá dos anos setenta. Fila pra tudo, fila pra batata no cone, fila pro banheiro, fila pra pagar, fila pra receber, entrar e sair. Agora, campeão da fila foi o Padre Marcelo, paciente e tranquilo, assinava, assinava e assinava. E lá se foram cinco horas disso.
Mas é Bienal do livro, pois não. Então tem livro, e muito. Tem até livro dentro de geladeira, sucesso absoluto com as donas de casa. Tem criança de montão, tem jovem, tem teatro, palestra, colóquio, marionete, fantoche, palhaço, papel no chão e sorvete kibon. Teve apagão, autógrafo, distribuição de imã de geladeira, correio elegante e gente perdida esperando a mãe junto às catracas da entrada. Entrada que custa R$ 25,00 para o automóvel e R$ 10,00 por pessoa.
Nesta Bienal, enquanto a Federação das Associações Muçulmanas distribui livros de graça, Kerouac e Fante são vizinhos de Jesus, que é vizinho do Cebolinha, que mora ao lado do vampiro, que com o Lobo mau lê o Brinquebook das crianças na cozinha. Mas a vizinhança mais inusitada que encontrei, nesta imensa democracia, foi a de J. P. Morgan e Eduardo Suplicy...


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

11 de agosto

Well, well, well... Dia do advogado blá, blá, blá. Todos sabemos o motivo de ser o dia onze de agosto o dia do advogado. Até o Centro Acadêmico sabe, afinal muitas vezes tem este nome. O que as pessoas não sabem é da nobreza e dignidade da profissão. Profissão de Fé, abnegação, estudo e constante aperfeiçoamento. Pensam que basta uma gravata torta, de nó pronto e seda chinguilingui, mais um terno Ducal e pronto. Como se Shazan fosse, lá está: entre grades e propinas surge o herói que te livra das  outras autoridades, digo atrocidades. Nada disso. Para começar, são cinco anos de muito esforço, nada de moleza, alguns graus de miopia e um diploma que (a princípio) não serve para nada. Pense bem, você se esforça, estuda, chuta certo no vestibular, se mata de ler código, de colecionar "errata" (que Lei muda todo dia) e com isso consegue um Diploma que apenas te dá o direito de tentar fazer a prova da sua vida: OAB, Delegado (Estadual ou Federal), Juiz (idem), Promotor, Defensor Público etc e tal. É isso. No OAB, aonde se leva a coisa MUITO a sério, o indivíduo precisa realmente SABER os seus cinco anos de Faculdade. E tem mais, precisa saber se virar, atender o cliente, produzir a peça certa para o problema dado. Só depois disso o cidadão recebe uma carteirinha e pode estufar o peito, orgulhar-se, erguer a cabeça, olhar o horizonte e saber do dever cumprido, da sensação de cidadania. É tudo isso... só que vem com uma montanha de responsabilidade, perante a História da Advocacia, dos brasileiros ilustres e patriotas que já fizeram parte de suas fileiras, da defesa da Democracia e do Estado de Direito. Resumindo, antes de fazer Faculdade de Direito seu mundo é um retrato 3x4 em preto e branco. Após a Faculdade e o exame da OAB, você passa a enxergar um OUT-DOOR colorido. Bom onze de agosto a todos.

domingo, 8 de agosto de 2010

FLIP - ÚLTIMO DIA

É hora de dar adeus. Ainda deu tempo de dar uma banda de barco, absolutamente necessária para a manutenção da sanidade. É claro que fomos nas palestras e no intervalo delas dei um jeito de assistir um futebol (que ninguém é de ferro) junto com o pessoal da técnica, no ônibus da empresa de vídeo. Um momento diferente que me proporcionou um outro olhar sobre o evento. Enquanto isso, o pessoal do Ceará ficou gripado, a rapaziada do apoio foi tomar um porre e eu fui dormir para poder encarar a estrada às seis da matina. Ano que vem tem mais!

FLIP (4º dia)

Dia de Ferreira Gullar. Dia de me sentir iluminado, absolutamente embevecido e agradecido a Deus por viver no mesmo Tempo e País, por poder compartilhar a mesma língua, deste que é um dos maiores poetas vivos de nosso globo "mãe terra".
OK, OK... dia também de muitos outros, como o Robert Crumb e os poetas Antônio Cícero, Eucanaã Ferraz e Chacal que leram (muito mal) poemas de Drummond. Tadinho do Drummond.
Tudo isso, pois a Direção da FLIP não soube o que fazer com as desistências, principalmente a de Lou Reed. É pena, mas é assim mesmo. No entanto, Ferreira Gullar, que veio dar cá graças à desistência de um italiano especialista em Fernando Pessoa (??), deu conta do recado. Recentemente laureado com o prêmio Camões, Gullar poderá ser nosso primeiro "Nobel".

sábado, 7 de agosto de 2010

FLIP - Fila Literária Interminável de Paraty

UAU! Tem fila pra tudo. Fila pra ingresso, fila da esperança (para quem não tem ingresso), Fila do autógrafo, fila da senha do autógrafo, fila dos sem senha de autógrafo, fila para ganhar banquinho de papelão laranja, patrocinado pelo Banco laranja. Fila para almoçar, comprar doce, sorvete, água, livro.
E ai, tem o cara que entra na fila do autor errado, ou melhor, entra na fila do autor com o livro errado, ou seja, um livro escrito por outro autor. Pode?

FLIP (3º dia)

Com as duas mesas que acompanhei, já são sete as que tive oportunidade de assistir. Primeiro me embriaguei com Angela Alonso, Maria Lúcia Pallares-Burke e Alberto Costa e Silva, com mediação da super Lilia M. Schwarcz. Depois, tive uma aula de como sou, como me sinto e como sempre me senti: um de fora, que não se encaixa, não pertence, apesar de ser identificado como sendo... Uma longa estória. Mas, trata-se de William Boyd e Pauline Melville, those who never fit in.
Hoje, por outro lado, creio que tomo um porre. Afinal, consegui ingressos para 4 mesas seguidas, das 12:00 às 20:30h. Começa com Colum McCann e William Kennedy, passando por Chacal, Antônio Cícero, Ferreira Gullar, Eucanaã Ferraz, para terminar com Robert Crumb e Gilbert Shelton.
Paraty é uma festa só, gente pelas ruas, mesas pelas ruas, sem hora para terminar.
E eu me lembrei de "Fahrenheit 451" de Ray Bradbury, filmado pelo genial François Truffaut... somos todos "pessoas livro".

PS: agradeço o mais novo "selo" recebido pelo Blog e que já está devidamente postado na lateral.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

UM ANO DE BLOG

Na manhã de 6 de agosto de 1954 o Brasil estarrecido lia as primeiras notícias do atentado da Rua Toneleiro. Atentado que vitimou o Major Braz, fez Carlos Lacerda mais forte (com gesso na perna) e iniciou o caminho de Getúlio na direção da porta da História. Foi também em 6 de agosto que o mundo ficou sabendo da capacidade de devastação de uma Bomba Atômica (Hiroshima 1945). Duas bombas, uma no sentido figurado e outra real, ambas devastadoras.
Pois foi em 6/08/2009 que este BLOG teve seu primeiro POST. Completamos um ano e estamos em festa. Nada de bombas ou devastações. Muito pelo contrário, nos orgulhamos da quantidade de acessos, dos prêmios, do reconhecimento dos seguidores, dos links e das parcerias. Temos a absoluta certeza de estarmos no trilho certo, na direção certa e que o próximo ano será melhor e mais proveitoso.
Queremos agradecer a todos o apoio que nos têm dado e desejamos que os próximos 365 dias sejam de sucesso e realizações para todos que aqui aportarem.
Nós, já estamos comemorando. Estamos na oitava edição da FLIP (Feira Literária Internacional de Paraty). Além das figurinhas carimbadas de sempre, mais aqueles curiosos (inclusive alguns famosos) que sempre borboleteiam a área, tivemos a grata surprêsa de encontrar um grupo de garotos entusiasmados que pertencem à Escola de Vela do Instituto Náutico Paraty. Em atividade há dez anos, o INP é uma organização sem fins lucrativos, de bases sólidas, contando hoje com 28 barcos e 55 crianças e jovens.
Participaram do desafio de construir um Barco Solar e tiveram sucesso a partir da parceria estabelecida com o Pólo Náutico da UFRJ (Desafio Solar Brasil). Posso dizer que estes meninos vão longe e que sempre terão espaço para a divulgação de seus projetos aqui neste Blog. Vamos navegar juntos!

FLIP (2º dia)

Edson Nery da Fonseca, Moacyr Scliar e Ricardo Benzaquem deixaram-nos boquiabertos ministrando pós-graduação relâmpago sobre os aspectos literários em e de Gilberto Freire... Para depois rirmos a valer com Reinaldo "Tanto Faz" Moraes, Ronaldo "Galiléia" Correia de Brito e Beatriz Bracher. A TARDE com chave de ouro por Isabel Allende acabou em Pronto Socorro, tipo mal estar estomacal da esposa, com autógrafo e depois soro na veia. Nada que uma boa noite de sono e muita água de coco não cure. Amanhã tem mais.


FOTOS: 1) mesa de autógrafos; 2) debates na Tenda dos Autores; 3) e 4) Isabel Allende e seu disputado autógrafo

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

FLIP

Paraty tem dimensão paralela nestes dias. A Ficção impera, sobrepondo-se à realidade. Começou bem, com Fernado Henrique Acadêmico Cardoso Freire ministrando Aula Magna. Um pequeno grupo de dez descontentes e suas camisetas rabiscadas não entendeu nada. De resto, aplausos e cultura.
Edu Burocrático Lobo e Renata Grito Agudo Rosa se encarregaram de tentar nos entreter, capitaneando um grupo heterogêneo, aparentemente juntado de última hora, tal e qual o meu. Somos quatro, assim como se quatro pudessemos ser e somos. Apenas isso: um número. Dois mais um, mais um... Se é que me entendem. No café com bolo veremos.