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terça-feira, 13 de julho de 2010

Estamira e Paulo Moura no dia mundial do Rock



Dia Mundial do Rock. Faz pensar. Mas se é um dia tão importante, deveria ser proibido morrer, matar, passar fome, torturar ou vazar petróleo. Paulo Mora não tem nada com isso, saiu do palco na segunda à noite (1933-2010). Insisto: pessoas como ele não morrem, saem de cena e depois você ouve os discos e vê os vídeos. A pessoa continuará lá, desfilando seu talento, mostrando tudo que aprendeu, tudo que sabe. Quem morre é pai, mãe, tio, vizinho, irmão e amigo. Artista não. Para provar, vou por o John Bonham (1948-1980) para tocar um pouco e comemorar o dia de hoje. Pobre da humanidade que só aprendeu a registrar seus talentos há pouco mais de cem anos. Os pintores ainda se salvaram mais cedo, e graças a Gutemberg a escrita também.Hans Staden que o diga.  Quanta coisa boa deve ter caído no esquecimento. Caminhamos, no entanto, a passos largos na direção oposta sem sair do lugar. Registra-se tudo e qualquer um. Dá-se importância e fama a qualquer banalidade, mais uma vez a provar que tudo ou nada é a mesma coisa. A propósito: você já viu ESTAMIRA? Se não viu, trate de ver. Lá você vai aprender que “Tudo que é imaginário, tem, existe, É”

( http://www.estamira.com.br/ )

(http://www.paulomoura.com/)

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