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terça-feira, 1 de junho de 2010

MURILO RUBIÃO

Ao responder sobre a incoerência do real, o escritor disse que a vida sem o insólito é absurda e louca, que é mais fácil aceitar o onírico que os absurdos do real, pois o irreal e a fantasia parecem ser mais verdadeiros que o cotidiano. Murilo dirá que a linguagem do absurdo, ou do fantástico, foi a forma que ele escolheu para denunciar a realidade. O autor vê suas personagens como escravos da sociedade, eles a denunciam, mas não conseguem libertar-se dela. Nos contos não há a possibilidade de futuro, o tempo é aquele presente, aquele que se está vivendo. Não há a possibilidade de abertura para um outro tempo e logo, para a mudança.

01/06/1916 a 16/09/1991


FONTE: http://www.murilorubiao.com.br/

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