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terça-feira, 15 de junho de 2010

Estréias...

A lembrança trai, como sempre traiu, mas a lembrança que não é nossa, quando tomamos emprestada a lembrança dos outros... como é que fica? Pois eu estava para estrear, faltava uma semana, e naquele 15 de junho de 58 estrearam Pelé e Garrincha. Não foi uma estréia como a de hoje, sofrida e com gosto amargo no final. Não, foi estréia de ganhar da Russia por dois a zero. Dois tentos de vavá, portanto nenhum de Pelé ou Garrincha, os estreantes que passaram em branco. Se for ver por esse lado, a estréia de hoje não passou em branco e na já propalada burocracia do Dunga ainda levamos a melhor com três pontos e a liderança do grupo. Dunga é assim mesmo, vai pelas beiras, de um em um, papando lentamente e sem emoção os títulos que se lhe põem no caminho. Assim espero.


PS: depois que eu estreei, a cada jogo o Brasil fez cinco. Cinco a dois na França e cinco a dois na Suécia. Apesar de não lembrar de nada disso, posso garantir que a minha primeira semana de vida foi muito emocionante.

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