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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

INSS

É brincadeira! E dizem que este é um país de todos!... Olhe, só não estou mais puto pois tenho certa quilometragem rodada em repartições públicas e similares. Lidar com funcionário público é um calvário. Eu o fui por doze anos e sei do que falo. Só não entendo a razão de muitos só pensarem em concurso etc e tal, se depois vão virar o que pela média todos execram. Pois então: fui à agência do INSS pedir informação sobre inscrição de segurado autônomo. Peraí: vamos primeiro esclarecer... a tempestade do final da tarde de ontem destruiu a antena da minha internet e a agência daqui fica ao lado do Forum aonde eu tinha assuntos a resolver (eu trabalho com isso). Portanto, meu carro já estava estacionado ali e a mim bastava dar apenas alguns passos a mais para obter a informação. Lêdo engano! Logo na entrada fui informado pelo guardinha de que eu precisava de uma senha. OK, vamos tirar a senha... A senha é entregue por um funciotário desinteressado e cuja ordem determina que ele evite ao máximo entregar senhas. Primeiro perguntou aonde eu ia, depois o que eu queria e por final, se a informação que eu pretendia obter era para mim ou para terceiros. Quando disse que era para outra pessoa, ou seja, eu queria saber quais documentos a pessoa tinha de achar e levar consigo, caso fosse à agência fazer a sua inscrição; a resposta que recebi foi: "o senhor tem procuração desta pessoa?" Quase taquei-lhe a mesa na cabeça... Ora seu infeliz cachorro, filho de cadela sarracena, como se eu precisasse de procuração para perguntar quais são os documentos necessários para se solicitar um determinado serviço... Em vez de proferir estas estúpidas e grosseiras palavras, eu respirei fundo, depois com toda a gentileza do mundo afirmei: "se você não quer trabalhar e acha que seus colegas também não devem fazê-lo, muito que bem... afinal trabalhar para quê? O salário já está garantido, né?!" E fui embora, sem info nenhuma e esperei a minha internet voltar... Não atoa a Folha de São Paulo traz pesquisa, publicada no sábado, em que se afirma que o Brasil está hoje no nível em que se encontravam os norte-americanos na década de cinquenta, ou seja, sessenta anos atrás.

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