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domingo, 17 de janeiro de 2010

CENTENÁRIO DA MORTE DE JOAQUIM NABUCO

Um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras ao lado de Machado de Assis, dentre outros, este brasileiro ilustre foi a contradição ambulante, a ambiguidade latente e a genialidade nascida em berço de ouro. Soube tirar o melhor de sua herança açucareira pernambucana e aproveitou mais ainda o caminho aberto pelo pai, o Senador Nabuco de Araújo (importante participante na luta pela Lei do ventre Livre 1871). Parece-me, que daí ficou fácil ser abolicionista... Mas Joaquim, ora Joaquim, ele sobreviveu inclusive a queda do Império e foi ser representante da República do Brasil em Londres e até embaixador em Washington (onde faleceu em 17/01/1910). Este nome, que virou denominação de uma rua em São Paulo, lá pelos lados do Brooklin, pela qual eu passei quase diáriamente na minha infância e juventude, sempre me instigou a saber a sua trajetória. Nabuco, na minha mente fértil de guri, poderia ter sido parente de Nabucodonossor e, assim, sempre admirei este político que depois vim a saber pragmático a ponto de poder ser patrono do PMDB. Afinal, não importava quem estava no poder, desde que ele estivesse também.

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