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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Pois ... É Natal.

Depois de muito filosofar, cheguei à conclusão de que Natal só é Natal, quando tem criança por perto. Nada substitui o brilho que elas conseguem ter no olhar. A fascinação é isuperável e, no final das contas, só as crianças são capazes de VIVER a magia.

PS: é claro que depois elas queimam o dedo... e momentâneamente a magia é substituída pela realidade, o que no caso dos adultos é proporcionalmente inverso. Ou será inversamente proporcional?