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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

CHÃO DE TERRA BATIDA

A mim me pareceu ter encontrado um velho amigo... me pareceu ter encontrado Milton Hatoum misturado ao "Meu Pé de Laranja Lima"... me pareceu mesmo. Uma pitada de "Meninos da Rua Paul", com algo de mim mesmo, que nasci em São Paulo, mas cresci em campinhos de Várzea e terrenos baldios. Minha vó tinha o quintal mais bonito, com jabuticabeiras e um triciclo. Rudinei me devolveu tudo isso. Rudinei Borges, aquele que se diz em construção, me presenteou com a infância, não só a dele, mas também a minha. Imagino-o completo e, assim, não pretendo perdê-lo de vista. 
Chão de Terra Batida é um destes livros que se lê num gole só e, não muito depois, se saboreia como ceia de Natal... sorvendo a cada página cheiros e sabores amazônicos. Somos todos brasileiros, uns de cá outros de lá, mas fundamentalmente como seres humanos, carregamos um universo dentro de nós e, felizmente para todos, Rudinei se apresenta como tradutor.

3 comentários:

Gláuber disse...

Não sei qual o mais inspirado.

MARLOS DEGANI disse...

Oi Rudinei,

Tudo bem?

Fui um dos selecionados no Canon 2009. Uma pergunta, se houver permissão: já recebeu seus exemplares? Sabe das datas que serão enviados?

Um forte abraço e deixo meu e-mail e blog para contato e visita.

Marlos Degani

deganimarlos@hotmail.com
www.sanguedapalavra.blogspot.com

cheguei demasiado TARDE disse...

Olha... não sei nem o que dizer.